domingo, 12 de outubro de 2014

Programação 4º bimestre

17/10 - Recesso
24/10 - Apresentações - teóricos do Absolutismo, Renascimento: cultural, científico e artístico
31/10 - A expansão ultramarina europeia e o mercantilismo
07/11 - A expansão ultramarina europeia e o mercantilismo
14/11 - A Reforma Protestante e a Contrarreforma Católica
21/11 - A Reforma Protestante e a Contrarreforma Católica
28/11 - Prova N2

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Respostas das atividades de múltipla escolha do livro.

GABARITO PÁGINA 117 E 118
11.    C
22.    A)V; B)F; C)V; D)V; E)F
33.    E
44.    A
55.    E

GABARITO PÁGINA 127 E 128
11.    A)V; B)V; C)V; D)V
22.    A)V; B)V; C)V; D)V; E)V
33.    Os pilares da doutrina islâmica, associadas à decadência dos impérios persa e bizantino, contribuíram para a expansão dos árabes. Além disso, devemos levar em conta os interesses econômicos dos mercadores árabes, que foram essenciais no processo de expansão islâmica pelo Mediterrâneo. O contato com os europeus resultou no aparecimento, na região da Península Ibérica, de uma cultura híbrida, responsável pelo desenvolvimento de várias áreas do saber.
44.    E
55.    E
66.    C
77.    B

88.    C

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Construindo um Império - Os Persas [History Channel]

Império Persa


Pérsia antiga: Do Reino Medo ao Império dos Aquemênidas 

Érica Turci

Estudar a Pérsia antiga significa estudar as origens históricas de um país que hoje tem grande destaque na política internacional: o Irã.
O país que conhecemos por Irã foi chamado de Império Persa até 1935. Contudo, inúmeros documentos, desde o século 7, se referem ao mesmo povo às vezes como persas, às vezes como iranianos.
A civilização persa, na realidade, englobou diversos povos que habitaram o Planalto Iraniano desde o 2º milênio a.C. A primeira grande civilização conhecida da região se chamava Elamita, e se localizava ao sul do atual Irã, tendo como capitais Anshan e depois Susa.
Durante o 1º milênio, ondas de invasores arianos (indo-europeus) chegaram ao Planalto Iraniano, e alguns deles acabaram por se fixar na região: os medos (ao norte), os persas (ao sul) e os partos (a leste). Os mais antigos registros históricos conhecidos sobre esses povos arianos são encontrados em textos assírios (Mesopotâmia) do século 9 a.C., segundo os quais os medos eram "ladrões e turbulentos", pois medos e assírios lutavam pela região do mar Cáspio.
Infelizmente, os medos não deixaram registros escritos. Assim, só temos conhecimento da visão assíria sobre seus inimigos.
Essa tensão entre medos e assírios foi o que, provavelmente, levou à grande militarização do Reino dos Medos (ou Média). E por isso os medos acabaram dominando elamitas, persas e partos por vários séculos. Além disso, foi a pressão constante dos medos na região do Cáspio que ajudou a por fim ao Império Assírio na Mesopotâmia, em 612 a.C., colaborando para o surgimento do 2º Império Babilônico.
Ao mesmo tempo em que o Reino da Média se impunha à Mesopotâmia e aos povos do Planalto Iraniano, também avançava na direção da Anatólia (atual Turquia).
Os aquemênidas
Em 550 a.C., Ciro 2º, um governante persa, venceu a Média e unificou persas e medos, iniciando o Império Persa sob a dinastia dos aquemênidas.
Ciro 2º, conhecido como "o Grande", deu aos medos a mesma condição política e militar dos persas e, ao dominar os elamitas, transformou sua capital, Susa, na nova capital do império. Assim, ao igualar os poderes entre o sul e o norte do Planalto Iraniano, conseguiu criar uma situação de paz interna e, dessa forma, pôde concluir a conquista sobre a Mesopotâmia e a Anatólia.
Cambises, filho de Ciro, conquistou o Egito; Dario 1º, o terceiro rei aquemênida, conquistou o Turcomenistão, a região setentrional da Índia, cortada pelo rio Indo, e regiões do Leste Europeu (ilhas do Egeu e a Trácia), fundando o maior império da história até aquele momento.
Foi sob o reinado de Dario 1º que se iniciaram as Guerras Médicas, durante as quais ocorreu a Batalha de Maratona (490 a.C.), que marcou a primeira grande derrota militar persa.
Dario 1º se destacou como o maior governante dentre os aquemênidas. Ao mesmo tempo em que conseguiu conter diversas sublevações dentro do Império, manteve a política de seus antecessores com os diferentes povos dominados: cada povo tinha certa autonomia, desde que se mantivesse fiel ao imperador persa, enviando os tributos e fornecendo trabalhadores e contingentes militares. Mesmo que cada indivíduo fosse considerado um escravo (bandaka) do imperador, tinha liberdade até ser recrutado pra prestar serviços ao império.
Para facilitar a administração de tão vasto domínio, Dario 1º dividiu o império emsatrapias, unidades administrativas que respeitavam os antigos limites políticos dos povos conquistados, e entregou cada uma delas a um sátapra, nobre de origem persa ou meda, escolhido pelo próprio imperador. O sátrapa, contudo, não podia transferir aos seus descendentes tal privilégio.
Além disso, Dario criou uma rede eficiente de estradas e um sistema de correios para viabilizar a comunicação entre as várias regiões. E para manter seus sátrapas constantemente vinculados aos interesses imperiais, aumentou o número de funcionários reais que fiscalizavam cada satrapia (os "olhos e ouvidos do rei").
Os imperadores persas - e Dario 1º, especificamente - viviam em várias cidades, alternadamente, criando vários centros políticos para poder se aproximar das regiões dominadas. Susa, Persépolis, Pasárgada, Babilônia, Ecbátana foram as cidades mais importantes entre os persas.
Duas grandes inovações foram ainda realizadas por Dario 1º: a língua falada até então não era escrita; Dario introduziu a escrita cuneiforme (copiada da Mesopotâmia). Mas como esse tipo de escrita necessitava de um volume enorme deplaquetas de argila para ser produzida, o imperador instituiu o aramaico como escrita da administração imperial. A outra inovação foi a monetarização da economia, com a criação da primeira moeda persa: o dárico.
Religião
Dario 1º, como grande imperador, ligou o seu nome ao deus Ahuramazda, transformando o zoroastrismo na religião oficial do império. Tal religião se fundamentava nos ensinamentos de Zaratustra (ou Zoroastro), um personagem semilendário que escreveu o livro Zend-Avesta, que fala sobre a existência de um grande deus chamado Ahuramazda, criador de todo o mundo, que no final dos tempos julgaria os humanos a partir de suas atitudes.
Como contrapartida ao Bem que Ahuramazda representava, existia um deus secundário, Arimã, que quase se igualava em poder a Ahuramazda, mas que representava as forças obscuras do mundo. A luta eterna entre essas duas divindades era o centro da religiosidade persa, e a cada ser humano restava contribuir com suas atitudes cotidianas para que o Bem ou o Mal tivesse mais poder.
Zaratustra já tinha definido que Ahuramazda venceria Arimã, mas a vitória seria mais fácil com a colaboração humana, e todos aqueles que tivessem contribuído para a vitória do Bem, receberiam em troca a vida eterna.
Por existirem dois deuses principais no zoroastrismo, muitos falam em uma religião dualista, mas os historiadores defendem que o zoroastrismo seria o inicio ético do monoteísmo de judeus, cristãos e muçulmanos, já que propõe concepções como "luta entre Bem e Mal", "paraíso" e "juízo final", tendo Ahuramazda como sua divindade suprema.
Quando Xerxes, filho de Dario 1º, assumiu o poder, tinha nas mãos quase um poder divino para governar todo o império.
Xerxes teve como prerrogativa continuar a guerra de seu pai contra os gregos (2ª Guerra Médica), mas, ao ser vencido (479 a.C.), voltou seus interesses para a manutenção do império que herdara.
Os sucessores de Xerxes se mantiveram ocupados com seus problemas internos até que um rei macedônio, Alexandre Magno, depois de submeter definitivamente a Grécia, em 334 a.C., atravessou o Helesponto e iniciou sua expansão político-militar sobre o Oriente, pondo fim ao governo aquemênida e iniciando o Império Helenístico.
Érica Turci é historiadora e professora de história formada pela USP.

Retirado do site: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/persia-antiga-do-reino-medo-ao-imperio-dos-aquemenidas.htm

As civilizações da Palestina, Fenícios e Hebreus

domingo, 11 de maio de 2014

Programação Bimestral 2º Bimestre

1º Ano A

09/05 - Hebreus, fenícios e persas.
16/05 - Hebreus, fenícios e persas.
23/05 - Hebreus, fenícios e persas.
30/05 - Prova N1
06/06 - Grécia: berço da civilização ocidental
13/06 - Grécia: berço da civilização ocidental
20/06 - O esplendor de Roma
27/06 - O esplendor de Roma
04/07 - Prova N2

11/07 - Conteúdo do 3º bimestre

quinta-feira, 20 de março de 2014

Evolução

Ciências Naturais

Nós não viemos dos macacos

Os seres humanos são parentes, não descendentes dos primatas atuais. Temos com eles um ancestral em comum, que viveu na África há cerca de 7 milhões de anos.

por Textos Reinaldo José Lopes
Se o homem é uma evolução do macaco, por que ainda existem chimpanzés por aí? Essa é uma pergunta bem capciosa, que acaba confundindo e enganando muita gente. Quem adora fazê-la são os criacionistas, aqueles que acreditam na criação divina - o homem moldado por Deus a sua imagem e semelhança. Mas há uma falha conceitual nessa pegadinha. Ela dá a entender que, segundo a Teoria da Evolução, o Homo sapiens evoluiu dos macacos atuais. Charles Darwin, entretanto, nunca disse ou escreveu isso. O que os evolucionistas afirmam é que tanto a macacada de hoje quanto os seres humanos têm um ancestral em comum. E eles estão absolutamente corretos nessa afirmação. 

Segundo os estudos mais recentes, baseados em fósseis e análises de DNA, há cerca de 7 milhões de anos a África era habitada por um tipo de primata do qual descendem tanto o homem quanto os chimpanzés e bonobos (ou chimpanzés-pigmeus) atuais. A analogia mais adequada para entender essa história é pensar nas espécies como membros de uma família. Considerando que esse primata é o avô da família, os chimpanzés não são nossos "pais", mas nossos "primos". 

Aí você pergunta: se fosse ressuscitado por alguma tecnologia mirabolante, estilo Parque dos Dinossauros, esse ancestral comum poderia ser considerado um macaco? Nem sim, nem não. Sob vários aspectos, ele lembraria um chimpanzé. Seria coberto de pelos, por exemplo, e provavelmente teria um cérebro relativamente pequeno. Por outro lado, alguns dos fósseis mais antigos da linhagem humana - como o Ardipithecus ramidus, de 4,4 milhões de anos - sugerem que esse vovô talvez não tivesse outras características dos macacos atuais, como o hábito de andar apoiado nos nós dos dedos. 

Além de tudo isso, há outro motivo pelo qual a pergunta dos criacionistas está conceitualmente equivocada. Ela supõe que todo macaco "gostaria" de ter seguido o caminho evolutivo do homem. Mas o fato é que cada linhagem de primata tem sua própria história de evolução. De acordo com arqueólogos e antropólogos, foi só nos últimos 10 mil anos - com o advento da agricultura e o surgimento das grandes civilizações - que a "solução" representada pelo Homo sapiens realmente se mostrou mais bem-sucedida que as outras espécies.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Programação Bimestral - 1º Bimestre

1º Ano A

21/02 - Da origem do ser humano à formação dos primeiros Estados
28/02 - Da origem do ser humano à formação dos primeiros Estados
07/03 - Da origem do ser humano à formação dos primeiros Estados
14/03 - Prova N1
21/03 - A identidade do homem americano
04/04 - Mesopotâmia, Egito e Reino de Cuxe
11/04 - Mesopotâmia, Egito e Reino de Cuxe
18/04 - Feriado

25/04 - Prova N2 - Entrega do Trabalho

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Ensino Médio

Boas vindas ao Ensino Médio. Esse espaço se reserva a divulgação de trabalhos, exercícios e principalmente conteúdo histórico.

Sempre que surgir algo que possa contribuir com nossas aulas e o "tempo" colaborar usarei o blog para divulgação.

Um forte abraço à todos e um excelente ano letivo.

Prof. Fernando Cavalcante